Apresentação · acesso restrito
FDS Intelligence
Plataforma de segurança química · CEPEA

A obrigação já existe.
O que faltava era o tempo.

Análise regulatória de fichas de segurança química — até 20 fichas de uma vez, com a norma citada em cada limite.
Selo Diamond-BR V4
99,756%
◆
30 de setembro de 2026
O ponto de partida

A demanda não precisa ser criada

A norma ABNT NBR 14725, de julho de 2023, substituiu a FISPQ pela FDS e deu 24 meses de adequação. Esse prazo encerrou em julho de 2025. A fiscalização entra pela NR-26.
  • Quem fabrica, comercializa ou usa produto químico deveria ter migrado todas as fichas
  • Quem não migrou tem passivo em aberto, verificável em auditoria
  • A pergunta do cliente não é “eu preciso disso?” — é “como resolvo mais barato do que resolvo hoje?”
É o único argumento desta apresentação que não depende de convencer ninguém.
O tamanho

Quem precisa fazer esse trabalho

As assessorias são quem assina o programa. A indústria química é o mercado que elas atendem — e é de onde vem o volume de trabalho.
~6,6 mil
assessorias de segurança do trabalho registradas
+1.000
plantas químicas em operação
74.618
admissões de técnicos de SST em 12 meses
  • Assessorias: base de CNPJ da Receita Federal, CNAE 7119-7/04
  • Plantas químicas e participação no PIB industrial: Abiquim
  • Movimento de emprego em SST: CAGED/MTE, ago/2025 a jul/2026
  • ⚠️ Contagens de registro, não censo — a origem de cada número está declarada
A plataforma

Existe, está no ar e a base é auditada

tela do sistema
Tela real de fds.cepea.org. A base traz 1.000.480 compostos, 363 entradas da NR-15, 240 limites ACGIH, 190 do Decreto 3.048 e 119 agentes LINACH — com selo de pureza de 99,756% e intervalo de confiança medido.  ·  clique para ampliar
O diferencial

Como se faz hoje × como se faz aqui

1

Hoje, ficha a ficha

Abrir a FDS, achar cada CAS, e cruzar NR-15, ACGIH, LINACH e Decreto 3.048 um por um. Uma tarde de trabalho.

→
2

Aqui, o lote inteiro

Seleciona as fichas de uma vez. O sistema lê todas, identifica os compostos e cruza as quatro bases sozinho.

→
3

O resultado

Grau de insalubridade, alerta de cancerígeno, aposentadoria especial e absorção pela pele — com a fonte citada, em PDF e CSV.

Medido em 29/09/2026: 20 fichas processadas em 13 segundos, 60 componentes identificados, zero erros.
O diferencial, na tela

Análise em lote — 5 de 5 processadas

tela do sistema
Tela real, com fichas de demonstração. O sistema processa o lote, marca quais têm composto crítico e exporta tudo em CSV ou PDF para anexar ao laudo. O limite é de 20 fichas por lote — acima disso, o sistema avisa em vez de falhar.  ·  clique para ampliar
O que isso vale

Cem fichas: uma semana de trabalho vira pouco mais de um minuto

A conta, aberta para conferir: piso de R$ 2.500 a R$ 3.000 do técnico, vezes 1,70 de encargos (INSS, RAT, Sistema S, FGTS, 13º e férias) sobre 220 h/mês ⇒ R$ 19 a R$ 23 a hora. A semana de 44 h custa R$ 850 a R$ 1.020; com metade dela dedicada, R$ 425 a R$ 510. O Pro custa R$ 97/mês — mesmo na hipótese mais conservadora, um lote de cem fichas devolve mais de quatro meses de assinatura.
~1 semana
100 fichas à mão, com quem já conhece o assunto
~70 s
as mesmas 100 fichas — cinco lotes, tempo medido
~176 h
devolvidas ao técnico por mês, se ele fizer só isso
  • De onde vem o tempo — medição real de 29/09/2026: 20 fichas em 13,5 segundos, 60 componentes, zero erros. Cem fichas são cinco lotes.
  • O que o tempo cobre — ler a ficha, identificar os compostos e cruzar NR-15, ACGIH, LINACH e Decreto 3.048, com a norma citada. Não cobre redigir a ficha nem decidir a conduta.
  • Quem confere e quem assina continua sendo o técnico. O relatório que a plataforma gera traz escrito, nele próprio: “não substitui a avaliação de um profissional habilitado”. A responsabilidade técnica não muda de mãos.
  • Ninguém demite ninguém — a mesma equipe atende muito mais clientes. O teto de um profissional dedicado é da ordem de 400 fichas/mês; com o lote, o gargalo deixa de ser a análise. Numa rede, isso é escala. (Encargos no piso da faixa 1,65×-1,85×, de propósito.)
O que hoje ocupa uma semana de um técnico passa a ocupar pouco mais de um minuto — e o técnico continua sendo quem confere e quem assina.
Os caminhos

Três formas de a rede entrar nisto

  • 1 · Sócio — participação na receita de todo o mercado, não só das unidades da rede. A base do cálculo está na folha do modelo; o percentual é decisão a tomar.
  • 2 · Comprador — passa a ser dono do ativo: a base regulatória auditada, o selo, a plataforma no ar e a demanda legal que a sustenta. O valor de venda ainda não está definido.
  • 3 · Nas unidades — a rede usa ou revende. É o caminho de menor compromisso, e o único que começa amanhã.
  • E em qualquer um deles, a pergunta que decide: quem banca o quê, quem faz o trabalho de campo, e o que acontece quando a norma mudar. Alguém tem de manter a curadoria regulatória viva — hoje somos nós; no caminho 2 isso passa a ser dele. É a diferença entre comprar um programa e assinar um serviço.
Os três se apoiam no mesmo argumento: a obrigação legal com prazo vencido. O que muda é quem fica com o retorno — e quem assume o custo de manter a base viva. A folha de apoio traz isso aberto: o que cada lado aporta, ganha e paga, caminho a caminho, com o que ainda não está definido marcado como não definido.
O próximo passo

O que dá para fazer já

  • Testar com fichas reais da rede — o sistema roda no navegador, sem instalar nada
  • Definir o caminho — sócio, compra ou unidades
  • Combinar o piloto — um grupo de unidades, com medição de tempo e de conformidade
FDS Intelligence · CEPEA — Centro de Extensão e Pesquisa
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